1.0 – RÁDIO ESCUTA

1.1 – APURAÇÃO

1.1.1 – Conceito:

Rádio escuta é todo o jornalista que trabalha na apuração dos assuntos de última hora. São repórteres dentro da redação que checam as informações vindas de fontes oficiais, mídias (rádio, televisão e Internet) e ou denúncias. È ele quem faz a ronda nas delegacias de polícia.

1.1.2 – Técnica:

Apuração: Apurar com segurança significa redigir o texto com o máximo de detalhes, principalmente quando a informação fugir da normalidade. Desconfie e cheque com outra fonte. Não se prenda as fontes oficiais. A boa história muitas vezes está num cidadão comum.

Internet – Pela cobrança em publicar um grande número de informações num curto espaço de tempo, os textos feitos para a Internet têm erros de informação. Tenha sempre cuidado com este noticiário.

Fontes – É preciso cultivar uma fonte. Jornalista não trabalha sem notícia, mas não esqueça que a ética no trabalho está sempre em primeiro lugar.

2.0 – CHEFIA DE REPORTAGEM

O jornalista que assume este cargo é o coordenador da redação. É ele quem orienta o repórter sobre a pauta que irá executar. O chefe de reportagem tem a visão geral de como o jornal será fechado e quais são os assuntos que devem chegar primeiro na redação para que os editores se organizem.

3.0 – COORDENADOR DE REDE

Jornalista que entra em contato com as filiadas no Brasil e com os correspondentes no mundo. Ele faz um relatório sobre as matérias produzidas para que os editores acompanhem as informações. Pede fitas de arquivo, acompanha a geração de matérias, fica atento ao deadline.

4.0 – EDIÇÃO

4.1- Conceito

A responsabilidade da edição é imensa. O editor faz a última avaliação da matéria. Ele deve fazer uma revisão ortográfica no texto, uma revisão nas sonoras escolhidas e nos sobe sons que o repórter sugeriu. Além de corrigir possíveis erros e montar a matéria, o editor deve melhorar o trabalho e acrescentar informações de última hora. O editor é quem fecha a lauda e libera a matéria para ir ao ar.

4.2 – Técnica

Sonoras: No hard news nunca deixe a sonora muito longa. Dê ritmo a matéria editando uma frase de efeito com poucos segundos. Use o recurso do Insert: se o entrevistado detalhar alguma cena e a equipe tiver as imagens cubra parte da sonora com estas imagens.

Split: é a técnica de prolongar a imagem que vem do off por um ou dois segundos em cima da sonora.

Efeitos de transição: use este recurso edição em matérias especiais. No hard news prefira corte seco. Evite repetir a sonora de um mesmo entrevistado na mesma matéria. Use sempre que possível o sobe som. Ele revela o clima em que a matéria foi feita.

BG: som ambiente que deve estar presente em todos os formatos da notícia.

Trilha sonora: Opte por músicas instrumentais. Quando são cantadas, a voz compete com a informação.

Música: Sonorize as matérias, mas não abuse. Este recurso é um efeito surpresa e valoriza a matéria.

Escaladas: São as manchetes obrigatórias na abertura de todo o telejornal. Use frases curtas, prefira palavras concretas e verbos de ação. Quando possível intercale com um sobe som, um teaser ou sonoras. A escalada exibe o que o telejornal tem de mais importante.

Lauda: A lauda deve ser feita seguindo todos os critérios. O texto deve ser sempre em caixa alta e entrelinhamento 1,5. É necessário usar barras (/) para indicar parágrafo. No alto da lauda há um cabeçalho. Lá estão informações como retranca, nome do editor, tempo da matéria e a data que o editor fechou a edição.

4.2.1 – GC

Gerador de caracteres é usado para identificar quem aparece na tela, para reforçam uma informação do off ou da imagem. Os nomes devem sempre estar em caixa alta e a profissão dos entrevistados, em outra linha, em caixa baixa. Todo crédito de entrevistados e do repórter acompanham uma tarja azul animada. Os gcs de edição, produção e imagens não têm tarja nenhuma. Todo o gc no vídeo é alinhado à esquerda. As siglas devem estar em caixa alta, caso a sigla não forme uma palavra. Exemplo: FMI. Quando a sigla significar uma palavra alterna caixa alta e baixa Ex: Umesp.

Os cargos e funções devem estar sempre em caixa baixa, mas quando informar o nome do órgão, da instituição ou da entidade coloque as iniciais com maiúscula. Exemplo

RICARDO BERZOINI
ministro do Trabalho

VALDEMAR DA COSTA
desembargador

4.2.1.1 – GC do repórter

Deve conter o nome do repórter em caixa alta. O bairro onde ele está e a cidade. Ambos devem ser estar em caixa alta e baixa, separados por uma barra e sem espaço.

MARCOS NETO

Saulo Oliveira/São Paulo 

4.2.1.2 – GC da vídeorreportagem

vídeorreportagem
Paula Rodrigues

4.2.1.3 – Matéria sem passagem

reportagem
Sandra Reis

4.2.1.4 – Créditos de produção e edição

No crédito da edição deve-se creditar primeiro o nome do editor de texto e, na linha de baixo, do editor de imagem.

edição: Ricardo Teixeira
TONINHO AVELAR

produção:

RICARDO SAMPAIO

4.2.2 – ARTES

Todas as artes devem tem o mesmo padrão. Devem ser claras e concisas. O mínimo possível de texto para destacarem a informação. O fundo deve ser azul, assim como é o logotipo do Telejornal da Metodista.

Escolha uma imagem de fundo que represente o assunto. O título deve estar em caixa alta. Os textos devem ser sintéticos. No caso do gráfico pode-se abolir a imagem de fundo para não confundir a leitura. E sempre indique a fonte das informações.

ANALFABETISMO

2006 – 25%

2007 – 12%

fonte: Ministério da Educação

IMAGENS DIGITAIS

setembro 30, 2008

O site do jornal on-line último segundo   é bem estruturado com designer moderno e de fácil navegação por contar com muitos recursos visuais, imagens e vídeo( hipermídia). Remete a uma maior interatividade por parte do leitor que dispõe de um espaço para expressar sua opinião através de blogs. Os links permitem ao leitor acessar outros conteúdos veicúlados à noticia que está sendo acessada. O leitor pode se informar melhor pela quantidade de links contidos na página principal que se desdobram em outras matérias. A interatividade está relacionada também pela opção do fale conosco e pelo jornalismo Open Source pelo qual o leitor pode ter sua opinição publicada. Já o site do jornal Tibuna de Minas é bem simples e sem muitos recursos de interatividade e hipertexto. Observa-se a utilização de imagens e não de links. Quando se acessa as matérias não há imagens, somente textos.

 

HETERARQUIA

setembro 29, 2008

      

Com  o avanço tecnológico e  a rapidez dos meios de comunicação  a heterarquia  está em alta. Heterarquia é um termo oposto  ao termo hierarquia em que é estruturada as redações jornalísticas convencionais, onde cada um possui sua função e assim a exercem. Já o termo heterarquia remete a estrutura organizacional  descentralizada.  Atualmente com a era digital é significativo o crescimento do jornalismo Open- Source,  com a contribuição de leitores através da produção e envio de matérias, o que provoca  mudanças nas produções de notícias de alguns  jornais. No jornalismo Open Source são publicados artigos criados a partir de comentários e de trechos de textos enviados por leitores. Já pensou na questão da credibilidade da matéria? Este é um assunto muito polêmico, alguns são a favor e outros contra, mas  na minha opinião isso é algo infreável.  A tendência é crescer com os avanços tecnológicos e o aumento da inclusão digital. Creio que este tipo de jornalismo Open Source, não veio para desqualificar o jornalista e sim complementar alguns veículos com a publicação da opinião dos leitores. O  jornalismo de qualidade, sempre vai contar com  jornalistas de boa formação e compromissados com veracidade e checagem dos fatos.” O mercado está sempre  aberto para bons profissionais. “

 

Hipertexto

setembro 29, 2008

Vamos falar sobre o Hipertexto, tão famoso e comentado nas aulas da nossa professora  Mara alice e de informática. o termo  hipertexto remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Pode-se fazer uma matéria sobre um assunto específico agregando links de temas relacionados ao assunto principal que está na primeira página. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda a informações que estendem ou complementam o texto principal.Atualmente o sistema de hipertexto mais conhecido é a World Wide Web,  a fomasa “net”no entanto a Internet não é o único suporte onde este modelo de hipertexto aparace.

Conheça um pouco sobre o surgimento do hipertexto!!!

HISTÓRIA

A idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores.

Provavelmente, a primeira descrição formal da idéia apareceu em 1945, quando Vannevar Bush publicou na The Atlantic Monthly, “As We May Think, um ensaio no qual descrevia o dispositivo “Memex”. Neste artigo, a principal crítica de Bush era aos sistemas de armazenamento de informações da época, que funcionavam através de ordenações lineares, hierárquicas, fazendo com que o indivíduo que quisesse recuperar uma informações tivesse que percorrer catálogos ordenados alfabetica ou numericamente ou então através de classes e sub-classes. De acordo com Bush, o pensamento humano não funciona de maneira linear, mas sim através de associações e era assim que ele propunha o funcionamento do Memex.

O dispositivo nunca chegou a ser construído, mas hoje é tido como um dos precursores da atual web. A tecnologia usada seria uma combinação de controles eletromecânicos e câmeras e leitores de microfilme, todos integrados em uma grande mesa. A maior parte da biblioteca de microfilme estaria contida na própria mesa com a opção de adicionar ou remover rolos de microfilme à vontade. A mesa poderia também ser usada sem a criação de referências, apenas para gerar informação em microfilme, filmando documentos em papel ou com o uso de uma tela translúcida sensível ao toque. De certa forma, o Memex era mais do que uma máquina hipertexto. Era precursor do moderno computador pessoal embora baseado em microfilme. O artigo de Novembro de 1945 da revista Life que mostrava as primeiras ilustrações de como a mesa do Memex podia ser, mostrava também ilustrações de uma câmera montada na cabeça, que o cientista podia usar enquanto fazia experiências, e de uma máquina de escrever capaz de

sobre mim…

setembro 1, 2008

Bem, o que dizer sobre mim? Meu nome é Anderciane Andressa  Pereira, super diferente…  Mais conhecida como Andressa, sou autêntica e determinada. Estou cursando o 6º período de jornalismo e Tenho 23 anos. Trabalho em uma empresa de telecomunicações. Jornalismo sempre foi o meu sonho e quero ser uma boa profissional.  Criei este blog primeiramente por ser uma atividade da disciplina de informática da faculdade, então  não tenho muita experiência nisso… Não tenho tempo para postar muita coisa, se puder comente, sugestões são bem vindas. vou fazer o meu melhor!!!

 

Hello world!

agosto 11, 2008

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!